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	<title>Eu Não Sei Escrever</title>
	<link>http://www.eunaoseidesenhar.com/blog</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 02:42:04 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>recorrente</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 02:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Qualquer]]></category>

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		<description><![CDATA[pensando nisso e tentando girar o registro para fazer o cano parar de jorrar
pensando nisso e escrevendo com linguagem bonita, leia-se formal
pensando naquilo e desenhando alguma coisa que será mudada de novo e de novo e de novo
pensando naquilo e ignorando uma aula supostamente importante
pensando nisso e naquilo
pensando naquilo vidrado na tv comendo miojo feita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>pensando nisso e tentando girar o registro para fazer o cano parar de jorrar</p>
<p>pensando nisso e escrevendo com linguagem bonita, leia-se formal</p>
<p>pensando naquilo e desenhando alguma coisa que será mudada de novo e de novo e de novo</p>
<p>pensando naquilo e ignorando uma aula supostamente importante</p>
<p>pensando nisso e naquilo</p>
<p>pensando naquilo vidrado na tv comendo miojo feita no microondas</p>
<p>pensando nisso e ouvindo música que entra por um ouvido e sai pelo outro</p>
<p>pensando nisso e fazendo aquilo</p>
<p>pensando naquilo e fazendo isso</p>
<p>fazendo pouco, vivendo fora</p>
]]></content:encoded>
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		<title>sobre cães, apenas</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 02:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nonsense]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de uma rápida conversa sobre as virtudes do vegetarianismo e de como as vacas são as maiores poluidoras desse planeta (coisa que não é verdade) e de como devemos ter pena dos animais e de como é imoral comer carne e tal - tudo isso comendo pizza de lombinho, calabresa e outros derivados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma rápida conversa sobre as virtudes do vegetarianismo e de como as vacas são as maiores poluidoras desse planeta (coisa que não é verdade) e de como devemos ter pena dos animais e de como é imoral comer carne e tal - tudo isso comendo pizza de lombinho, calabresa e outros derivados de animais - , acabamos falando sobre cachorrinhos. Tudo começou quando meu caro amigo Laje (nome fictício) falou sobre o nascimento de uma ninhada de cachorrinhos de sua cadela.</p>
<p>De repente, ele conta sobre um cachorro que ele tinha que saiu correndo de casa e &#8220;encontrou&#8221; um caminhão. Claro que isso é motivo de risada. Tão engraçada quanto é a do cão da Carol, que sumiu um dia. Foram procurar, e lá estava ele morto em algum canto de Esteio. A mãe da minha amiga foi enterrá-lo. A idéia era transferi-lo de um saco direto para a &#8220;cova&#8221;. O cadáver do cãozinho se espatifou para fora do saco.</p>
<p>Eu tinha um cãozinho quando era pequeno. Ele não latia, não lambia e não corria atrás do próprio rabo. Ele não foi atropelado. Ele era de pelúcia e seu nome era Totó. Acho incrível o desapego que as pessoas falam de seus próprios animais que morreram. Não sei por onde anda Totó hoje - em algum canto em algum armário aqui de casa - mas, se começo a falar dele, lacrimejo.</p>
<p>Voltando às hilárias estórias de mortes caninas: mais uma do Laje. Certo domingo, a família acorda e lá vem uma das cadelinhas deles correndo. Cães sempre parecem estar sorrindo. Só que a cadelinha está com um dos olhos dependurado da cavidade. Levam ao veterinário que, após cortar o olho pendurado, pergunta se não gostariam que ele colocasse uma bolita no lugar.</p>
<p>Foda que, algum tempo depois, a cadela foi atravessar a rua e atropelou-se. Só conseguia ver um lado.</p>
<p>A Renata conta de uma cadela que perseguia o próprio rabo, achando que era seu arquiinimigo. Tudo bem, super normal. Até o dia em que arrancou o rabo fora.</p>
<p>E rimos, rimos muito. Ainda bem que eu nunca tive um cachorro de verdade.</p>
<p>Vejo que eles vêem esses cães como eu vejo o motorista do ônibus que mal parou para eu entrar.</p>
<p>Vêem como eu vejo  um cara sentado no bar que fica olhando para as pessoas.</p>
<p>Vêem como eu vejo a bêbada que rebola na frente do boteco classe A em troca de nada, quando poderia rebolar na frente do classe C em troca de alguma coisa.</p>
<p>Vêem como eu vejo o cara que entra nos lugares vendendo fotos que ele pegou na internet coladas com superbonder em um imã, como se fosse uma grande invenção ou um grande trabalho de artesanato.</p>
<p>Simplesmente amam, mas não ligam. São cães que se foram com o tempo. São personagens que atuaram mal. Não são ameaças em potencial.</p>
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		<title>entre aspas 2</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 00:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vozes]]></category>

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		<description><![CDATA[
 	 	
 
&#8221;
Naquela noite, desejei ter arrancado minha língua. Talvez feito apenas um furo nela. Na verdade, sinto tanto medo da dor que jamais teria coragem de queimá-la, cortá-la ou enfiá-la em qualquer lugar asséptico. Mas naquela noite me revirei tanto na cama me punindo, que cheguei a considerar a possibilidade de machucá-la. Minha doce [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8" /><title></title><meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 2.4  (Win32)" /><br />
<style type="text/css"> 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--> 	</style>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm"> <img src="http://www.eunaoseidesenhar.com/blog/images/2008/08/boca.jpg" alt="boca.jpg" /></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">&#8221;<br />
Naquela noite, desejei ter arrancado minha língua. Talvez feito apenas um furo nela. Na verdade, sinto tanto medo da dor que jamais teria coragem de queimá-la, cortá-la ou enfiá-la em qualquer lugar asséptico. Mas naquela noite me revirei tanto na cama me punindo, que cheguei a considerar a possibilidade de machucá-la. Minha doce língua. Minha língua que tanto me dá prazer. Depois eu falo sobre comida, a única coisa que amo mais que minha própria língua.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	O fato é que mais cedo naquele dia minha língua e o resto do meu corpo que eu uso para articular a fala (e isso inclui minha boca, minhas cordas vocais, minha mandíbula&#8230;) prestou-se a cometer uma besteira. E só besteira foi o que ela fez.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	A pergunta era “Algum de vocês conhece alguém que possa nos ajudar a finalizar os cenários?”, à qual eu – digo, minha língua – prontamente respondeu “sim”. Não satisfeita em foder tudo com uma monossílaba, acrescentei(ou): “conheço a pessoa perfeita para o negócio”.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	“A pessoa perfeita para o negócio” não só era perfeita para o que precisávamos – uma artista plástica, que também funcionava como fotógrafa – como fora perfeita para mim, pessoalmente. Só me dei conta que dar o seu número de telefone foi estupidez algumas horas depois, quando chegava em casa. Aliás, chegávamos. Já mencionei que trabalho com minha mulher? Há seis anos somos parceiros em casa e no trabalho. Há três, conheci a pessoa perfeita. É preciso dizer mais alguma coisa? É possível dizer mais alguma coisa sem cair no clichê do “eu traí minha mulher”?</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Nos conhecemos em sua própria exposição. Um amigo fotógrafo nos apresentou, disse que eu trabalhava com televisão e que poderíamos nos precisar mutuamente algum dia. De fato, nos precisamos. Participou de um programa ou dois, expôs o seu trabalho e sem querer acabamos bebendo. Se eu continuasse, cairia no clichê. Cego? Talvez. Mas ela era ofuscante. Sara inclusive suspeitou que algo estava acontecendo. Depois de quase um ano de clichê, a outra sumiu. Passei alguns dias quieto e voltei ao normal, conformando-me com a inexistência dela.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Mas agora ela estava de volta. Já contratada, já marcada para segunda-feira. Eu e minha língua, eu e minha língua. Não queria revê-la. Não queria cumprimentá-la. É uma droga, é bebida. O primeiro gole leva ao segundo, que leva ao terceiro e logo você está debaixo da mesa afogado no próprio vômito.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Decidi por sumir na segunda-feira. Elas que se entendam. Entenda, trabalho com mulheres apenas. Não por opção, já fui cercado de homens, mas elas foram entrando e eles foram saindo. Restávamos apenas eu e três mulheres na produção, uma delas sendo minha esposa. O fim de semana foi de pernas agitadas, de desconcentração, de falta de sono. Segunda, quando ela saiu, fingi uma doença qualquer.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Quando voltou, perguntei como tinha sido com a Artista. Sara disse que ela era ótima, que falou de mim com saudade e que iria lá finalizar o trabalho nas próximas duas semanas. Maldito cenário de programa infantil totalmente desnecessário. Telas azuis e computadores, para quê? Duas semanas&#8230; Não posso evitar o trabalho, não há possibilidade de ficar doente durante duas semanas inteiras.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Terça-feira, e lá estava eu. E lá estava a minha boca e a minha língua e as minhas cordas vocais. Aquelas. Às 10, a Artista chegou. Havia algo diferente. Claro, o cabelo estava curto e vermelho. As unhas pintadas (nunca estavam). Mas havia algo diferente. Ela radiava alguma coisa. Alguma coisa que eu mataria para descobrir. Mas eu devia me calar. Apenas perguntei como estava, o que fizera nos últimos dois anos.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Viajara. Claro, todo mundo viajara. Eu mesmo viajei. Eu e minha língua e minha boca e minhas cordas vocais e minha linda mulher. “Linda mulher” disse ela. “Por que nunca me apresentou?”. Sim, achas normal apresentar a minha linda mulher à linda mulher que estou comendo? Mas é claro que a Artista sabia da existência de Sara. Se ela concordou com a imposição de manter tudo em segredo. Se ela concordou em ser a segunda. Em ser a última das mulheres.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	A primeira semana passou assim. Apenas oi e tchau e obrigado e com licença. Ela conversava com as meninas e conversava bastante com Sara. Eu e minha boca. Ela e sua linda, doce boca. Nossas bocas. Cale a sua boca e eu calo a minha, ok?</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Mas não há o que trocar. Quem estava errado há dois anos atrás era eu. A Artista nada tinha a ver com o meu adultério. Eu não precisava trair Sara. Eu podia conversar com ela. Eu podia terminar. Eu e meu comodismo. Eu e minha boca. Eu e meu amor por alguém que se interessou um pouco por mim. Se a Artista resolver falar do nosso clichê, ela tem todo o direito de falar. Ela também é mulher. E se nesses dois anos ela casou e foi traída? Então ela compreende muito bem. Então ela sente a raiva que uma mulher traída tem o direito, todo o direito de sentir.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Mas Sara&#8230; Não há raiva em Sara. Não há ódio, não há amargor, não há tristeza. Porque Sara não sabe. Sara não pode saber.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">	Na outra segunda, fiquei até mais tarde apressando as coisas para o dia seguinte. Estava sozinho no estúdio e a Artista apareceu para pegar algo que tinha esquecido. Ela e seus neurônios fodidos. Naquele momento eu estava pronto para qualquer coisa. Se ela quisesse, eu ia. Não pensava em conseqüências, não pensava em Sara. Pensava apenas em como aquilo iria me satisfazer. Pensava no seu lindo cabelo curto vermelho e em suas lindas unhas e seus lindos olhos. E sua boca, sua doce e linda boca.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">Há três anos, trair foi tão fácil. E foi só com ela. Hoje me parece tão fácil também.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">&#8220;</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm"><img src="http://www.eunaoseidesenhar.com/blog/images/2008/08/rosto.jpg" alt="rosto" /></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm">&#8230;continua?</p>
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		<title>help is here</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 17:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amor]]></category>

		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Um blog novo, de alguém especial. Uma adição à corporação ENSD.

Enfim, cliquem na imagem paradesanuviar.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um blog novo, de alguém especial. Uma adição à corporação ENSD.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.eunaoseidesenhar.com/desanuvio" title="Desanuvio" target="_blank"><img src="http://www.eunaoseidesenhar.com/blog/images/2008/07/editada43.jpg" alt="editada43.jpg" /></a></p>
<p>Enfim, cliquem na imagem paradesanuviar.</p>
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		<title>coisas que me dão vontade de escrever #1</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Boas notícias:
Conor Oberst, também conhecido como Bright Eyes, vai, inesperadamente, tocar em Porto Alegre com a sua nova banda - Conor Oberst And The Mystic Valley Band -, seu 23821987º projeto solo.


http://www.youtube.com/watch?v=mUPfl4-L4WQ

Dia 20, no melhor lugar para música de Porto Alegre: Santander Cultural. Espero que divulguem MUITO mal.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boas notícias:</p>
<p><a href="http://www.conoroberst.com/" target="_blank">Conor Oberst</a>, também conhecido como Bright Eyes, vai, inesperadamente, tocar em Porto Alegre com a sua nova banda - Conor Oberst And The Mystic Valley Band -, seu 23821987º projeto solo.</p>
<p align="center">
<div id="vvq48c52a9d2fa31" class="vvqbox vvqyoutube" style="width:325px;height:256px;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=mUPfl4-L4WQ">http://www.youtube.com/watch?v=mUPfl4-L4WQ</a></p>
</div>
<p>Dia 20, no melhor lugar para música de Porto Alegre: <a href="http://www.eunaoseidesenhar.com/blog/?p=71" target="_blank">Santander Cultural</a>. Espero que divulguem <strong>MUITO</strong> mal.</p>
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		<item>
		<title>definição de&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 00:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;é pegar o ônibus lotado porque o outro cara da parada chamou.
&#8230;é  aceitar uma mordida por educação.
&#8230;é abrir a porta para todo mundo.
&#8230;é atender o telefone.
&#8230;é escovar os dentes só porque vai falar.
&#8230;é procrastinação.
&#8230;é ouvir a mesma música no repeat.
&#8230;é não trocar o disco.
&#8230;é transar sempre igual.
&#8230;é economizar dinheiro.
&#8230;é ter pressa para se atrasar.
&#8230;é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;é pegar o ônibus lotado porque o outro cara da parada chamou.</p>
<p>&#8230;é  aceitar uma mordida por educação.</p>
<p>&#8230;é abrir a porta para todo mundo.</p>
<p>&#8230;é atender o telefone.</p>
<p>&#8230;é escovar os dentes só porque vai falar.</p>
<p>&#8230;é procrastinação.</p>
<p>&#8230;é ouvir a mesma música no repeat.</p>
<p>&#8230;é não trocar o disco.</p>
<p>&#8230;é transar sempre igual.</p>
<p>&#8230;é economizar dinheiro.</p>
<p>&#8230;é ter pressa para se atrasar.</p>
<p>&#8230;é comer sempre o mesmo prato porque sabe que é bom.</p>
<p>&#8230;é ter um filme favorito.</p>
<p>&#8230;é engolir o sapo.</p>
<p>&#8230;é agradecer sempre.</p>
<p>&#8230;é não responder e-mails.</p>
<p>&#8230;é não ler o livro inteiro.</p>
<p>&#8230;é.</p>
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		<title>I left my heart in San Francisco</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Qualquer]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.eunaoseidesenhar.com/blog/images/2008/06/sf.jpg" alt="sf.jpg" /></p>
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		</item>
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		<title>voltei</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 20:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[mas não ia voltar.
Voltei porque me fez falta ter um espaço disponível na web.
Hora dessas eu posto coisas altamente interessantes. Ando ocupado, mesmo.
Abraço.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>mas não ia voltar.</p>
<p>Voltei porque me fez falta ter um espaço disponível na web.</p>
<p>Hora dessas eu posto coisas altamente interessantes. Ando ocupado, mesmo.</p>
<p>Abraço.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>homage</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Qualquer]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foto meramente ilustrativa. O texto pode versar sobre temas não-sexuais.
Foto via OMEdI 
Já perceberam como os mamilos são supervalorizados?
Mamilo é a linha que separa o sensual do erótico; é a fronteira entre o bom gosto e o vulgar. Por quê? Ele não passa de um pedaço de carne muito menor que quaisquer outras partes que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.eunaoseidesenhar.com/blog/images/2008/05/nipple.jpg" alt="nipple.jpg" /></p>
<p style="text-align: center"><em>Foto meramente ilustrativa. O texto pode versar sobre temas não-sexuais.<br />
Foto via OMEdI </em></p>
<p>Já perceberam como os mamilos são supervalorizados?</p>
<p>Mamilo é a linha que separa o sensual do erótico; é a fronteira entre o bom gosto e o vulgar. Por quê? Ele não passa de um pedaço de carne muito menor que quaisquer outras partes que &#8220;podem&#8221; ficar à mostra.</p>
<p>Eu até entendo esconder a vagina e os pelinhos. Coisas entram lá. É misteriosa, úmida e tem cheiro. Serve para fazer xixi também. Não precisa ficar mostrando o tempo todo. Mas o mamilo não tem cheiro,  pêlos (normalmente) e não é um buraco. É super bonitinho.</p>
<p>Alguns rápidos exemplos práticos da omissão desnecessária de biquinhos:</p>
<p>- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cgBZwq6KZfo" target="_blank">Esse vídeo</a> não poderia estar no YouTube se mostrasse mamilos;</p>
<p>- Para ver mamilos, muita gente paga alguns reais para o <a href="http://www.terra.com.br/thegirl" target="_blank">Terra</a>;</p>
<p>- Mamilos na <a href="http://www.intrigue.ie/images/blog/gisele-naked-1.jpg" target="_blank">publicidade</a>? <a href="http://useloos.com/mediaplayer/?itemid=477" target="_blank">Nem pensar</a>;</p>
<p>- A Barbie não tem mamilos, mas <a href="http://estrip.org/elmwood/users/paul/images/0906/nakedBarbies5026.jpg" target="_blank">tem belas tetas</a>.</p>
<p>For christ&#8217;s sake, <a href="http://museumofbeauty.biz/" target="_blank">a Vênus de Milo</a> tinha mamilos! Ainda bem! Aliás, todos temos mamilos. Por que só os mamilos femininos não podem ficar à mostra? Por causa dos bebês?</p>
<p>Quanta hipocrisia.</p>
<p>Os biquinis modernos só escondem os mamilos e os pêlos pubianos. Tudo o mais fica à mostra. Então quer dizer que aqueles 5% de corpo escondidos por uma fina camada de tecido são muito menos inofensivos do que, digamos, coxas enormes, seios fartos e nádegas deliciosas?</p>
<p>Mamilos não podem aparecer na televisão antes das 22 horas. Mas a mulher melancia e toda a sua vulgaridade podem. Muito engraçado.</p>
<p>E o pior é que nós criamos todo esse mito em volta do mamilo. Nós colocamos o mamilo em um pedestal. Transformamos em um deus. E, pensando bem, até que é legal esse mistério mamilar: o que é proibido, o que é escondido, o que é desconhecido é muito mais excitante.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>sete achismos</title>
		<link>http://www.eunaoseidesenhar.com/blog/?p=186</link>
		<comments>http://www.eunaoseidesenhar.com/blog/?p=186#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Qualquer]]></category>

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		<description><![CDATA[- Eu acho que o Barack Obama seria um ótimo presidente americano. Além de ser mais carismático que a Hillary, ele é mais bonitinho e parece ser mais liberal, no sentido econômico da palavra. Não acho que ele seja mais de esquerda que ela. Mas ele não vai ser eleito.
- Eu achei Família Savage um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Eu acho que o <strong>Barack Obama</strong> seria um ótimo presidente americano. Além de ser mais carismático que a Hillary, ele é mais bonitinho e parece ser mais liberal, no sentido econômico da palavra. Não acho que ele seja mais de esquerda que ela. Mas ele não vai ser eleito.</p>
<p>- Eu achei <strong>Família Savage</strong> um filme muito bom. Para quem se interessa por desconstrução e reconstrução de famílias, recomendo. E o <strong>Phillip Seymour Hoffman</strong> é o cara.</p>
<p>- Eu acho, apenas acho que oito músicas do disco novo do <strong>Weezer</strong> vazaram. E acho que <a href="http://rapidshare.com/files/113330088/weezer_redalbum_diditleak.com.zip.html" target="_blank">você vai encontrá-las aqui</a>. E acho que adorei todas.</p>
<p>- Achei a iniciativa do <a href="http://www.thecure.com" target="_blank">The Cure</a> de lançar um single por mês a partir de amanhã até o final do ano louvável e inédita no mainstream. Devemos lembrar, no entanto, que no underground o <strong>NOFX</strong> e o <strong>Bishop Allen</strong> já fizeram isso, entre outros.</p>
<p>- Me obriguei a ver a entrevista da mãe da chatinha da Isabella ontem no Fantástico. Nada contra a Globo, mas nunca imaginei que teria de ouvir &#8220;O que você sentiu ao ver a sua filha?&#8221; em um veículo tão grande. Achei marrom bombom. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=dKn8IrudW-U" target="_blank">Nem vejam</a>.</p>
<p>-  Achei o <strong>Homem de Ferro</strong> do caralho. Quando tiver tempo falo mais dele por aqui.</p>
<p>-  Acho que o <strong>Ronaldo</strong> não deve gostar de travestis. Se eu gostasse e tivesse a grana que ele tem, iria para a Estônia - onde não sou conhecido e ninguém iria querer me achacar-  comê-los.</p>
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